27 de nov. de 2016

Poema: "O julgamento de Fidel"


"O julgamento de Fidel"

Com as barbas de molho,
Lá vem o Fidel;
A dúvida no olho,
Inferno ou céu?

O advogado de defesa,
O chama de revolucionário;
O promotor, com braveza,
De ditador sanguinário!

O juiz se abana,
Calor no tribunal;
Chororô em Havana,
Miami em carnaval!

Testemunhas comunistas,
Imploram absolvição;
Acusadores capitalistas,
Clamam condenação!

Julgamento extenso,
A platéia está tensa;
Em um discurso imenso,
Foi dada a sentença...

O martelo sem foice,
Bateu contraditório;
E Fidel "foi-se"...
Direto ao purgatório!

* O Eldoradense

2 comentários:

  1. Anônimo09:44

    Muito bom!!! Mas será que ele ficaria no purgatório?

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  2. Acho que nesta hora ele está botando o terror no inferno, rsrsrs Abraços!!!

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