12 de ago. de 2018

Performance humorística de Fabiano Cambota: "Pai"

  Há tempos eu queria exibir esta performance humorística de Fabiano Cambota no blog, mas achei adequado postá-la hoje, no "Dia dos Pais". É claro que tudo o que será dito abaixo é dotado de ficção e exagero, com o único intuito de fazer humor. De qualquer forma, fica o abraço a todos os leitores e amigos que fazem da difícil missão de ser pai, um grande legado. Assistam, riam, e sintam-se homenageados!


* O Eldoradense

Vídeo musical especial para o Dia dos Pais: "O mundo é bão, Sebastião!" com Nando Reis & Dois Reis


"O mundo é bão, Sebastião!" - Nando Reis & 2 Reis

Por que o Sol saiu
Por que seu dente caiu
Por que essa flor se abriu
Por que iremos viajar no verão
Por que aqui o mundo não será cão

Quando o Godzilla atacar
Quando essa febre baixar
Quando o mamute voltar
Descongelado, a caminhar na Sibéria
Quando invento, o mundo é feito de ideias

O mundo é bão, Sebastião
O mundo é bão, Sebastião
O mundo é bão, Sebastião
O mundo é teu, Sebastião
Ã, ão!

Como escrever certo o seu nome
Como comer se der fome
Como sonhar pra quem dorme

E deixa o cansaço acalmar lá em casa
Como soltar o mundo inteiro com asas

Tiranossauro Rex tião
E dentro dos seus olhos virão
Monstros imaginários ou não

Tão forte somos todos os Infernais
E agora eu vivo em paz...

O mundo é bão, Sebastião
O mundo é bão, Sebastião
O mundo é bão, Sebastião
O mundo é teu, Sebastião


Obs: Nando Reis compôs esta música em homenagem ao filho, Sebastião, que quando tinha seis anos, era "mau humorado". No vídeo acima, o compositor canta a canção ao lado do filhos Theodoro e Sebastião. 

* O Eldoradense

11 de ago. de 2018

Fotografia: "Crepúsculo de uma tarde de inverno"

   Ontem foi um dia gelado. Talvez muitos já estejam pedindo a aparição do Sol, lamentando a introspecção causada pelos dias invernais. Creio que cada estação manifesta sua beleza, com suas características peculiares. O horizonte do último crepúsculo deu um espetáculo à parte, exibindo diferentes tonalidades de cores solitárias e melancólicas....


* O Eldoradense

"Aconteceu no último sábado"...



"Aconteceu no último sábado"...

      Existem pequenas coisas que acontecem na vida da gente que merecem observação especial. Creio que elas não acontecem por acaso, ocorrem por algum motivo, ainda que seja para que façamos uma reflexão sobre nossas próprias condutas ou posturas. No último sábado, após ter almoçado na casa da minha mãe, resolvi que faria um percurso ciclístico mais extenso, aproveitando o tempo nublado e a temperatura agradável que fazia naquele dia. Planejei ir até à famosa "ponte caída", distante uns dezoito quilômetros do trevo principal de Presidente Venceslau, através da vicinal SPV-20, para dar uma olhada breve no Rio Santo AnastácioDepois de uma contemplação de uns dez minutos, voltaria para casa.

      Tudo o que eu levei como precaução foi um aparelho celular, para alguma "emergência". Nada de câmara de ar reserva, bomba para encher pneu, nada. Fui pedalando sem lenço sem documento, num céu nublado de agosto. Ritmo tranquilo, apreciando a paisagem, me exercitando e meditando. Sim, medito. É olhando a natureza que eu me sinto mais perto de Deus, no silêncio de uma estrada em que poucas pessoas transitam. Chegando lá, havia uns três, quatro carros, de pessoas que estavam pescando na beira do rio. Bati um papo com dois pescadores, coisa rápida, só para fazer alguns registros fotográficos e voltar em seguida.

      E aí, iniciei o retorno. Uns dois quilômetros, no máximo, e eu ouço um barulho: Pssiiiii! Olhei para o lado, para o céu, e não vi nada. Foi quando resolvi olhar para o pneu dianteiro... furado! Toda a meditação foi para a roça, o monge budista havia, em dois minutos, se transformado no Incrível Hulk, de tanta ira. Que baita enrascada!

       Volto empurrando a bicicleta e pensando no que eu iria fazer, pois eu tinha compromisso às dezessete horas, e caminhando, não iria honrá-lo nunca. Um quilômetro de caminhada, e eu tentei passar uma mensagem através do celular. Nada. Em cada quilômetro, mais uma tentativa de fazer contato, e novamente, nada. Foram cinco quilômetros e cinco tentativas frustradas. O céu começava a precipitar algumas gotas finas de garoa, só para "melhorar" um pouco a situação. Pedir carona não estava nos meus planos, porque eu sou mais desconfiado que mineiro fechando negócio. Tá, orgulhoso, admito. Ouço uma caminhonete, olho para a trás, mas não sinalizo pedido de ajuda. Passou por mim feito um foguete de rodas. Quatro cachorros chatos vieram no meu encalço, latindo só para cumprir tabela, porque não impunham respeito nem a um gato moribundo. Uns quinhentos metros depois, pararam de me encher o saco. Passou por mim um senhor, também ciclista, que lamentou o ocorrido, mas que pouco poderia fazer, pois a câmara de ar reserva de sua bicicleta não era compatível com a minha. Seguiu adiante, mas valeu sua intenção.

     Sigo, pensando no que iria fazer. Ouço outra caminhonete. Era a oportunidade de colocar o orgulho e a teimosia de lado, não pela caminhada que teria pela frente, mas para honrar o compromisso e não preocupar desnecessariamente algumas pessoas que não sabiam sequer onde eu estava. Sinalizei pedido de ajuda. Uns dez metros depois, o condutor da caminhonete parou solícito, emendando a pergunta:
         - O que aconteceu?
     - Furou o pneu da bicicleta, se o senhor puder me deixar pelo menos até no trevo de "Venceslau", eu agradeço!
       O senhor de óculos, aparentando mais ou menos uns sessenta e poucos anos, desceu e amarramos a bicicleta na carroceria do veículo. E aí, veio a outra preocupação: conversar com um desconhecido, pois eu sou ruim pra caramba na condução de diálogos com quem nunca tive contato. Com pessoas conhecidas tudo flui muito bem. Mas para iniciar uma amizade, sou uma lástima. Mas qual! O senhor conduziu o papo com grande simpatia, e falamos, em poucos quilômetros, sobre vários assuntos: cidade, emprego, família e comportamento humano.

     Disse-me que era empresário na cidade, falou sobre as dificuldades que enfrentava com os encargos, coisa e tal. E depois, falou sobre conduta, honestidade, religião. Fez uma comparação didática sobre o manual do veículo e o nosso "Livro Sagrado", na busca da salvação da alma. Eu, que não sou muito religioso, admito ter ficado admirado com o discernimento e a sabedoria com que ele fez sua explicação, mostrando a Bíblia em uma das mãos. Chegando no trevo, descemos a bicicleta da carroceria, para só então, perguntarmos os nomes um do outro. E foi assim que tudo o que tinha para ser uma grande enrascada se transformou naquelas pequenas lições de vida, que envolvem generosidade e gratidão. Talvez este senhor nem saiba do meu agradecimento em forma de texto, mas isso não importa. Se o exemplo que ele deu contagiar os que fizeram esta leitura, já está de bom tamanho. Aconteceu no último sábado...

* O Eldoradense

10 de ago. de 2018

Livro: "Os sonhadores de Vila Rica"





   Mais uma leitura concluída por este blogueiro: Trata-se de "Os sonhadores de Vila Rica", escrito pelo historiador Edgard Luiz de Barros, e como o próprio nome diz, relata de forma resumida os acontecimentos envoltos à Inconfidência Mineira, importante movimento Revolucionário que visava a Independência do Brasil. A narrativa revela que os inconfidentes possuíam bem mais que interesses de emancipação nacional, sendo que muitos almejavam o alcance de objetivos particulares, como o perdão de dívidas e, no caso específico de Tiradentes, extravasar certa desilusão por não ter sido promovido em sua carreira militar, permanecendo de forma insatisfatória no posto de alferes. 

   Logicamente isso não retira a coragem e a audácia do movimento, mas de certa forma, ao meu ver, ofusca aquela imagem quase ingênua de um levante heroico, movido exclusivamente pela causa da independência da Coroa Portuguesa e suas imposições, que subtraíam, através de impostos abusivos, as nossas riquezas. Preciso, documental e sucinto, o livro é uma boa ferramenta para quem quer saber um pouco mais sobre a Inconfidência Mineira.

* O Eldoradense

9 de ago. de 2018

Fotografia: Mais um registro da época da faculdade...

Em pé, (da esquerda para a direita): Antônio, Alan, Orlando, Rílton, Adriano, João Gilberto, Celso, Constâncio, Kim, Sandro e eu.

Sentados, (da esquerda para a direita) :  João, Sílvio, Ricardo, Reginaldo e Fábio.



   Consegui mais um registro fotográfico da época em que eu cursava Geografia, na Unesp de Presidente Prudente. O arquivo acima foi enviado via Whatshapp, pelo amigo Rílton Nogueira, que hoje leciona em Ribeirão Preto. Segundo Rílton, a imagem foi obtida através do Facebook de um outro colega de classe, conhecido como "Kim". Não sei por qual motivo, nesta foto só existe a presença masculina, sendo que a mesma envolve os homens do Curso de Geografia dos dois períodos: Diurno e noturno. Bacana! Obrigado,  "Riltão"!

* O Eldoradense

8 de ago. de 2018

Comentário: A educação está ruim? Bolsonaro tem a solução!

  Eu até quero evitar escrever sobre ele, mas está difícil. Após a babaquice dita ontem pelo seu vice, Bolsonaro resolveu expor sua proposta para a Educação Nacional: Ensino à distância! Sim, num país onde a educação pública está falida e que faltam professores por pura desmotivação, o presidenciável propõe que as aulas passem a ser ministradas à distância, de forma gradual, do Ensino Fundamental até o Ensino Superior! Segundo ele, tal prática iria acabar com a ideologia marxista nas escolas, além de reduzir os custos com a Educação! Olha só que interessante!  Quando eu penso que Bolsonaro já encerrou o estoque de asneiras, ele sempre faz questão de demonstrar que há espaço para mais idiotices...  * Para visualizar a imagem em tamanho original, clique sobre a mesma.


* O Eldoradense


    

DJI Avata 2: "Caminho dos devotos"

  E na última quinta-feira fiz um voo no "Caminho dos devotos", um santuário localizado na Rodovia Assis Chateaubriand, no municíp...