19 de ago. de 2018

E hoje é comemorado o Dia Nacional do Ciclista...



    Se eu dissesse que ao acordar hoje de manhã para pedalar até Piquerobi eu sabia que era Dia Nacional do Ciclista, sinceramente, estaria mentindo. Descobri quando enviei a foto ao meu irmão, lá da praça da cidade vizinha, e ele me parabenizou pela data. Acho que merece a publicação, pois graças à bicicleta eu consegui  manter a prática esportiva, já que o futebol tornou-se impraticável para mim, devido a uma lesão no joelho. 

     E portanto, dedico a postagem a todos os praticantes do ciclismo, e destaco alguns nomes mais próximos, em especial:

           Ao meu concunhado Gílson;
          Aos amigos de trabalho José Aparecido e Élvio;
          Aos colegas de pedal Hélio e Marcelino,
          Ao meu primo Ednaldo.

          Enfim, desejo a todos muita longevidade na prática do ciclismo!

* O Eldoradense         

18 de ago. de 2018

Comentário: Os dois lados de uma moeda...


      Há quem diga que quase tudo seja uma questão de ponto de vista, possuindo mais que um ângulo interpretativo. Aliás, até mesmo uma moeda possui dois lados. Baseando-me nesta linha de raciocínio, peço que assista ao vídeo abaixo:




    Assistiu? Pois bem: Numa primeira versão - tanto objetiva quanto óbvia - o vídeo pode ser interpretado como uma propaganda bem humorada para angariar votos ao candidato Jair Bolsonaro. Vou apelidar este viés interpretativo de "ângulo direito" da análise...

  Passemos então, à outra versão do mesmo vídeo: Consideremos que na cena existe um primata irracional e um espécime de Homo Sapiens. O primata irracional tenta convencer o  humano, - dotado de maior inteligência e situado no topo da cadeia evolutiva - a votar em Jair Bolsonaro. O humano, pela fisionomia, fica assustado com a sugestão. Este seria o outro viés interpretativo , ao qual apelidarei de "ângulo esquerdo"  da cena.

   Curioso como quase tudo possui mais do que uma interpretação óbvia. Não tenho nada contra quem vai votar em Bolsonaro, pois este é um país democrático e cada qual que confie em quem acha vai lhe representar melhor. Não critico eleitores, critico candidatos! E na minha opinião, Bolsonaro não serve nem para síndico de prédio. Porém, enquanto canhoto de nascença, digo... Interpretei o vídeo pelo ângulo esquerdo!

* O Eldoradense

17 de ago. de 2018

Alfinetada: "Carboidratos"

 

  Vi há pouco no Jornal Hoje: Indivíduos que fazem  dietas baseadas na ingestão majoritária de proteínas, desprezando os carboidratos vivem menos. É por isso que quando me sugerem cortar as massas, eu digo que vou fazê-lo... Principalmente se for para cortar alguns pedaços de pizza!

* O Eldoradense


16 de ago. de 2018

Alfinetada: A notícia é triste. Mas a piada com a pindaíba da editora Abril é tão óbvia quando inevitável!





   "Veja" só que triste notícia: Uma das mais importantes editoras do país está pedindo recuperação judicial. Trata-se da "Abril", cujas dívidas somam R$ 1,6 bilhões, e que  demitiu 800 funcionários. A crise econômica do Brasil certamente é o pivô deste fato. Lastimo, pois li muitos quadrinhos da editora, além de ser admirador da Revista Veja, mesmo discordando muitas vezes do seu conteúdo. Porém, como este é um blog de humor, a alfinetada é tão óbvia quando inevitável...

    Será que a "Abril" vai "fechar"??? Tomara que não!!!


* O Eldoradense

15 de ago. de 2018

Alfinetada: "Quando a vaidade extrapola"...




   Não tenho nada contra a vaidade, acho que na dosagem certa, ela é bem vinda. O problema é quando o comportamento extrapola e as pessoas passam a assumir riscos que podem comprometer a própria saúde e a integridade física. Aí já é obsessão, falta de bom senso. Pagar por uma cirurgia plástica realizada por aventureiros, com material inapropriado, por exemplo, é uma estupidez! Não é melhor investir esta grana em algo mais seguro, tipo... aplicar na poupança, por exemplo!?

* O Eldoradense

14 de ago. de 2018

Livro: "O cortiço", de Aluísio Azevedo




  Mais uma leitura concluída. Digo, acho que nem seja este o termo correto, pois este livro eu "devorei", tamanho o interesse que ele me despertou ao longo das suas páginas envolventes. Trata-se do clássico literário brasileiro "O cortiço", escrito por Aluisio Azevedo, publicado pela primeira vez em 1890, no Rio de Janeiro. 

   A obra descreve um ambiente comum da cidade carioca na sétima década do século XIX: as estalagens ou cortiços, que certamente são precursores das atuais favelas. Os personagens são dotados de algumas virtudes e muitos defeitos, muito provavelmente fruto do ambiente insalubre e hostil ao qual vivem, segundo o autor, que é adepto da escola literária Realismo/Naturalismo. Possui rica descrição e crítica sociais, enaltecendo diferenças comportamentais entre as distintas camadas da sociedade, porém, igualando-os em certas circunstâncias, como nos desvios de conduta moral, muitas vezes motivados pela ambição e necessidade de sobrevivência. As paixões, os adultérios e os seus desfechos  dramáticos são presentes nas subtramas, além da prosperidade alcançada a todo custo pelo sovina e ardiloso João Romão, (dono do cortiço); aguçam a leitura, prendendo vorazmente quem folheia as páginas. Tanto é, que envolto pela história, acabei assistindo através do Youtube, um filme muito antigo baseado na obra. Creio que um "remake" cinematográfico seria muito bem vindo, e certamente, faria sucesso. Gostei demais!!!

* O Eldoradense

13 de ago. de 2018

Comentário: "Pérolas infantis"


"Pérolas infantis"

  Quando em processo de alfabetização e assimilação das informações com relação ao significado das palavras, as crianças se envolvem em pequenas confusões, que proporcionam algumas "pérolas", que, obviamente, são motivos de boas risadas dos adultos. Vou citar abaixo, quatro delas, só para exemplificar o que digo:

    1) Isabella, sobrinha da minha esposa, e por consequência, minha sobrinha. Na ocasião, ela tinha 7 anos: 

    Estávamos tomando café da tarde em casa, e eu pedi o bule de mate para a minha esposa. A Isabella, surpresa com uso da palavra naquele contexto, perguntou:

     - Bule?

    - Sim, bule! Você não sabe o que é bule?

    - Sei, ué! Bule é quando uma criança chega na outra e diz: "Ô sua gorda, ô sua feia!"

       * Notem que ela confundiu a palavra "bule" com "bullyng", que tem relação com as ofensas gratuitas contra uma pessoa por seu comportamento, características físicas ou outros motivos.

    2) Leonardo, filho do meu amigo Marcos. Na ocasião, ele tinha 7 anos:

     Disse o Marcos que estava passeando de carro, com a família, quando passou em frente a uma grande loja de rações e produtos agropecuários. O filho, Leonardo, vendo os dizeres comerciais na parede do estabelecimento, perguntou:

        - Aqui só vende ração para aqueles cavalos de corrida?

        - Não, é para qualquer tipo de cavalo! - respondeu o pai.

       - Olha, mas está escrito... "pros treinados"...

       * Observem que ocorreu aí, um lapso de leitura, e consequentemente, do significado da palavra, que na verdade, era "proteinados", tipo de ração com alto teor de proteínas.


     3) Maria Clara, filha do meu irmão, Nélio.  Minha sobrinha, para simplificar! Idade, 6 anos:

      Mais um passeio de carro, desta vez, meu irmão, com a família dele. Passando em frente a uma loja que presta assistência técnica à várias marcas de aparelhos celulares, a Maria Clara disse:

       Olha pai, aqui eles mexem com a mesma "raça" do meu celular!

        * Houve aí uma confusão entre os conceitos de "marca" e "raça", que obviamente, provocou muitas risadas.


       4) Esta última aconteceu faz tempo, e foi comigo, quando  tinha sete anos, no longínquo ano de 1984:

           Terminal Rodoviário de Presidente Prudente. Havíamos acabado de chegar na área de embarque: Eu, minha mãe e meu irmão, para tomar o ônibus com destino a Presidente Venceslau. Vendo os vários estacionamentos de embarque numerados, perguntei para minha mãe...

        Mãe, em qual "raia" a gente vai embarcar??

       * Naquele ano, acontecia as Olimpíadas de Los Angeles, nos Estados Unidos. Vendo as plataformas numeradas na rodoviária, fiz uma associação rápida e equivocada com as "raias" utilizadas para a realização de provas dos velocistas e nadadores. Minha mãe deu muita risada, e depois me explicou que, nos terminais rodoviários, aquilo se chamava, na verdade, "plataforma"...


* O Eldoradense      

DJI Avata 2: "Caminho dos devotos"

  E na última quinta-feira fiz um voo no "Caminho dos devotos", um santuário localizado na Rodovia Assis Chateaubriand, no municíp...