19 de jun. de 2020

Alfinetada: "Cheff Queiroz"

     Queiroz alegava problemas de saúde de para não depor, mas 'levava ...



     Galera, este é o cheff Queiroz, miliciano amigo de Bolsonaro que foi preso ontem, na cidade de Atibaia. Apesar de ele gostar de assar uma boa carne na churrasqueira, dizem que sua especialidade gastronômica, na verdade, era o "escondidinho". Agora, com muita sorte, ele conseguirá uma vaga na cozinha do presídio de Bangu...

* O Eldoradense

Conto: "Thor x Tupã" - Parte lll (Final)

Os Super-Heróis mais famosos do Universo Marvel – Herois da TV

Versus

Tupã | Guia dos Quadrinhos



      Thor e Tupã nunca haviam visto nada tão poderoso, tão onipotente, tão majestoso. Quando Deus cravou seu cetro real no chão da ilha, os dois lutadores tombaram zonzos, no chão. O Pai de Todos se apresentou com sua voz imponente, em tom de reprovação. Thor até então achava que a divindade mor era Odin, e Tupã, por sua vez, creditava o título a Nhanderevuçu.

      O nórdico e o índio perceberam que estavam equivocados. A força ali instalada naquele momento era suprema, digna de conversão. Submeteram-se ao acordo proposto pelo homem de barbas brancas cintilantes, que sugeriu que cada um deles fosse responsável pelos trovões em hemisférios diferentes do planeta. Thor, ao norte, e Tupã, obviamente, ao sul. Cessaram a luta e deram a palavra de honra que o embate nunca mais aconteceria.

      Porém, traíram o prometido. Nas zonas fronteiriças que dividiam a Terra, reivindicavam o poder sobre os trovões. A delimitação geográfica da Linha do Equador ainda não existia, naquela oportunidade. Brigaram por mais duas ou três vezes, sem a interferência do Pai de Todos, que fingiu ignorar as intercorrências, mas elaborou um plano a longo prazo, porém, eficaz.

       Inicialmente Deus enviou seu filho Jesus Cristo à Terra, com o intuito de converter o maior número possível de pagãos. A palavra foi levada lentamente, chegando à Pindorama e aos Países nórdicos. Engana-se quem acha que a conversão aconteceu apenas pelo amor, muito pelo contrário: Batalhas sangrentas foram travadas, e as crenças dos povos pagãos foram minguando. Hoje, Thor e Tupã não possuem mais as forças de outrora, pois é a fé das civilizações que alimentam as energias das divindades. Ambos são apenas lembranças distantes e folclóricas no inconsciente coletivo dos seus povos. O Cristianismo está fortemente presente tanto na América do Sul quanto nos países nórdicos da Europa. O Pai de Todos tornou-se, então, o dono exclusivo dos trovões, ainda que os cientistas ateus creditem o fenômeno apenas à meteorologia.

       Quanto ao mistério dos constantes naufrágios e desaparecimentos de embarcações e aviões que acontecem no Triângulo das Bermudas, ficou claro a origem de tudo: As batalhas divinas ocorridas naquele lugar deixaram cicatrizes energéticas que perduram até hoje, alterando o campo magnético do planeta naquela localidade.

             Tenho certeza que ninguém sabia de nada disso, mas foi assim que tudo aconteceu, acredite você ou não... 

* O Eldoradense

      

18 de jun. de 2020

Conto: "Thor x Tupã" - Parte ll

Os Super-Heróis mais famosos do Universo Marvel – Herois da TV

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Tupã | Guia dos Quadrinhos


   
  Não houve espaço para formalidades ou apresentações. A descarga de energia emanada apenas pela presença das duas divindades foi o suficiente para que o céu escurecesse sobre a ilha e uma imensa tempestade  se fizesse presente naquele lugar. Chuva torrencial, trovões e raios testemunharam uma confronto violento, onde ambos os oponentes davam tudo de si.

    Quando os golpes se sucederam, a tempestade ganhou dimensões globais, e há quem diga que na parte do planeta que era dia, o sol desapareceu. Um trovão de proporções Apocalípticas cruzou a Terra de norte a sul, e em seguida, outro varou o globo do ocidente ao oriente. Há quem diga que muitas civilizações acharam que seria neste momento o fim do planeta e da espécie humana.

        O Deus indígena, a alguns metros de distância do oponente nórdico, mirou sua flecha no adversário, que no auge da sua agilidade, conseguiu que a mesma não acertasse seu coração. Flechada de raspão no ombro, revidada com o martelo atirado na bacia de Tupã, que cambaleou, mas se manteve em pé. O martelo encantado voltou para as mãos do seu dono, assustando o índio, que nunca presenciara nada igual. 

      No momento em que os dois se engalfinharam de forma ainda mais ferrenha, um novo clarão se fez presente no céu, a tempestade cessou repentinamente, e deslizando sobre plumas de mil megatons, eis que aparece Deus, o Criador, aquele que fez o mundo em sete dias. O Pai de Todos chegou imponente, e sua fúria e poder eram ainda muito maiores que a dos deuses pagãos que ali se encontravam...     (Continua amanhã)

* O Eldoradense

17 de jun. de 2020

Conto: "Thor x Tupã" Parte l

Os Super-Heróis mais famosos do Universo Marvel – Herois da TV

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Tupã | Guia dos Quadrinhos



    Certa vez, Loki, o Deus da Trapaça, estava entediado. Já havia esgotado todo o seu estoque de tramoias, maledicências e planos que alimentavam desavenças. Eis que ele ficou sabendo que em terras distantes, ao sul de Midgard, - Terra - mais precisamente em Pindorama, havia um Deus do Trovão que atendia pelo nome de Tupã. Isso foi mais que o suficiente para que Loki chegasse em seu irmão, Thor, e revelasse a existência de um rival que também exerceria a divindade sobre as descargas elétricas vindas do céu. 

      Thor, o Deus nórdico dos trovões, ficou irado! Fez questão de deixar Asgard e desceu até às gélidas terras setentrionais de Midgard, onde descansou em algum ponto geográfico correspondente ao atual  território norueguês. Pediu então para que Loki seguisse viagem até Pindorama e desse o recado ao índio herege: Ambos travariam um embate em local neutro, mais precisamente onde hoje é o Triângulo das Bermudas. Aquele que saísse vivo do duelo, seria oficialmente, o único Deus do Trovão. 

       Tupã, ao receber a notícia do mensageiro forasteiro, não se fez de rogado: Iria sim, na condição divina, deslocar-se até o local marcado e travaria o embate mortal. Descansou por dois dias nas exuberantes florestas  de Pindorama, e pediu para que seus súditos guaranis rezassem por ele. No dia do embate, pintou o rosto com urucum, armou-se do melhor arco e flecha e lá estava, numa misteriosa ilha caribenha, aguardando o oponente. 

      Quando já estava quase se cansando de esperar, um clarão abriu-se no céu: Surge a figura mitológica nórdica, vestindo um estranho uniforme de batalha e empunhando um martelo como arma...                        ( Continua amanhã )


* O Eldoradense     

16 de jun. de 2020

Pensamentos do Eldoradense: "Princípios"



Como escrever um livro: 10 passos para ser bem-sucedido (garantido)

          "As grandes histórias possuem grandes finais ou são imortalizadas. Mas quem quer escrever uma bela história, sabe: Os fins têm relevância, mas os princípios são a base de tudo!"

* O Eldoradense

15 de jun. de 2020

Conto: "A fábula do flamingo"

Imagem flamingo | Festa de flamingo rosa, Festa flamingo ...




    Certa vez, um flamingo, na beira de uma lagoa de águas límpidas, viu sua imagem refletida no espelho. Prestou atenção na imagem, e pela primeira vez, questionou intimamente sua essência, não gostando do que via: A plumagem rosada, as pernas finas, o jeito delicado, o andar de top model magrela na passarela. Não, ele definitivamente não queria ser assim!

      Imaginou-se viril, garboso, imponente, másculo, tal qual os gaviões. Queria ser caçador, predador voraz, diferente de tudo o que fora, até então. Decidiu então que pediria dicas a um amigo gavião que geralmente se encontrava a algumas léguas dali.

      A ave de rapina, solícita, deu algumas aulas ao pobre flamingo: Sobrevoo, rasantes, porte, caça. Mas foi na última aula que a discrepância ficou evidente. Ao se depararem com dois pequenos roedores mortos pelo gavião, o professor disse ao discípulo:

         - Vai, tá esperando o que? Cai de bico!

      O flamingo sentiu náuseas, não conseguindo ir adiante. O gavião, com pena do amigo, sugeriu análise e psicoterapia com a coruja, que ouvia bastante e sabia dar pitacos certos nas horas necessárias. 

        E lá foi o flamingo pedir ajuda para a coruja, que anotava tudo num bloquinho. Com menos de dez minutos de conversa, a coruja disse ao flamingo para se aceitar da maneira que é, para se assumir sem culpas, medo ou autopiedade.

        Moral da história: "Uma vez flamingo, sempre flamingo!"


           * O Eldoradense                       


13 de jun. de 2020

Fotografia: "Visita à Colônia Árpad"

   Hoje seria um daqueles dias em que eu ficaria remoendo ideias para postar algo no blog. Seria, ainda bem que não foi! Pouco depois do almoço, recebi o "zap" do primo Ednaldo Freitas, chamando para visitar a igreja da Colônia Árpad, situada na estrada vicinal que liga Caiuá à Presidente Epitácio. Ednaldo vai gravar o clipe de uma música de sua autoria chamada "Igrejinha", e o local escolhido para realizar a filmagem será, portanto, a Colônia Árpad, também conhecida por "Colônia húngara". 

       O lugar pulsa e transpira história, nos remetendo ao início da colonização em nossa região e à vinda dos imigrantes. A igreja que sedia eventos anuais está muito bem pintada, possui uma arquitetura peculiar e é bastante aconchegante. O pequeno templo está envolto pelo cenário rural, o que incrementa ainda mais a beleza cênica do local.

        Fomos muito bem recebidos pelo senhor Paulo Furs, que nos contou um pouco da história da colônia, iniciada em 1920. A construção da igreja de São Estevão, rei e padroeiro da Hungria, deu-se aproximadamente um ou dois anos depois. Eis algumas imagens da visita:



Igreja e pequeno cruzeiro em frente ao templo


Imagem mais aproximada do cruzeiro



Altar da igreja


Senhor Paulo Furs, responsável pela igreja nos apresentando o templo




Na parede, sobre o altar, os dizeres, em húngaro: "A minha casa é casa de oração"


 



Imagem de Santo Estevão da Hungria, rei e padroeiro do país do Leste Europeu



  No decorrer da conversa com o senhor Paulo Furs, o mesmo disse que sua mãe sofrera de uma doença da qual não sabiam o diagnóstico, e diante da dúvida, prometeu a Santo Estevão da Hungria que, em caso de cura, zelaria pela igreja durante sua existência. Um mês depois, alguns parentes de São Paulo vieram visitá-los, e indicaram a ela um tratamento específico na capital, onde descobriram que sua fraqueza era consequência de anemia. Veio a cura, e hoje o senhor Paulo zela não só pelo templo em si, mas também por este importante patrimônio histórico regional.

      Disse também que as expectativas pelos festejos deste ano seriam grandes, pois seria comemorado o centenário da colonização húngara em nossa região. Intenções estas que sucumbiram ao problema da Pandemia do Coronavírus.

        Finalizo dizendo o quão foi agradável a experiência em visitar um lugar que até então, eu desconhecia. Agradeço a conversa e a receptividade do senhor Paulo Furs pelas informações e conhecimento repassados em relação à colonização húngara.

* O Eldoradense  

DJI Avata 2: "Caminho dos devotos"

  E na última quinta-feira fiz um voo no "Caminho dos devotos", um santuário localizado na Rodovia Assis Chateaubriand, no municíp...