30 de mar. de 2015

Piada de segunda: "Na biblioteca"


"Na biblioteca"

   O homem chega na biblioteca e aborda a bibliotecária:

   "Por favor, você me ajuda e encontrar um título?"

    "Sim, qual seria, senhor?"

    "Homens: O sexo forte!"
     
     "Ok! Os livros de ficção científica estão no segundo armário, à direita!"  

29 de mar. de 2015

Vídeo musical de hoje: "Canção da meia-noite", com Kleiton e Kledir!


"Canção da meia noite" - Kleiton e Kledir

Quando a meia-noite me encontrar
Junto a você
Algo diferente vou sentir
Vou precisar me esconder
Na sombra da lua cheia
Este medo de ser...


Um vampiro, um lobisomem, um saci-pererê
Um vampiro, um lobisomem, um saci-pererê

Dona senhora, meia-noite eu canto
Essa canção anormal

Dona senhora, nesta lua cheia
Meu corpo treme, o que será de mim?

Que faço força pra resistir a toda essa tentação
Na sombra da lua cheia, esse medo de ser
Um vampiro, um lobisomem, um saci-pererê...


28 de mar. de 2015

A "Gruta que chora", na Praia da Sununga, em Ubatuba: Versão científica x Versões caiçaras...

A "Gruta que chora", na Praia da Sununga, é carregada de lendas e mistérios nutridos pela população caiçara

  Já havia citado anteriormente o número de praias existentes em Ubatuba, litoral norte de São Paulo. Em uma delas, na Praia da Sununga, existe um diferencial paisagístico que chama a atenção: a "Gruta que chora". Na versão científica dos geólogos, ela é uma formação rochosa vulcânica porosa parecida com um funil, cujo vão maior está voltado para o mar. A vibração acústica proveniente da força das ondas faz com que água doce se precipite da gruta através da porosidade das rochas, e sobre a gruta, obviamente, existe uma nascente. A intensidade da precipitação de água doce da gruta é então diretamente proporcional à intensidade das ondas do mar: quanto mais ondas fortes, mais a gruta "chora". Agora, se o leitor é um romântico, amante por versões lendárias, eis aqui uma das inúmeras versões contadas pela população nativa: o texto foi extraído do blog coisas de caiçara, de José Ronaldo, caiçara de Ubatuba...

  “Marcelina, uma caiçara adolescente que morava nas cercanias da Praia da Sununga, de repente pareceu aniquilar-se, comendo pouco, sem ânimo para nada. De nada valiam os banhos, benzimentos e remédios da cultura local. Diante da preocupação da mãe e de outras pessoas que gostavam muito dela, ela tentava acalmá-las.

   Dias se passaram, tristes e apreensivos, até que certa madrugada, de seu quarto a mãe escutou soluços e palavras desconexas. ‘Não vá. Não...não quero...espere...’ Ao acordar em lágrimas e vendo a mãe sentada em sua cama, Marcelina se abriu: ‘Sabe a história daquele bicho que mora na Toca da Sununga, que diz que ninguém pode passar por lá sem provocar a sua ira, deixando o mar revolto e impedindo o trabalho dos pescadores? Pois é! O Seo Antero, lá da Praia das Sete Fontes, disse-me que viu, numa noite o tal bicho: do meio pra cima parece o dragão que tem no quadro de São Jorge, o resto do corpo parece de uma cobra. Foi milagre ele não ter sido devorado naquela noite. De lá pra cá eu tenho sempre a impressão que esse bicho me segue. Numa noite, há alguns meses, aconteceu uma coisa bem estranha: o bicho, do jeito que o Seo Antero descreveu, entrou no meu quarto. Eu queria chamar a senhora, mas não consegui soltar a fala, nem correr. De repente... aquela coisa feia se transformou num moço bonito e ficou comigo até o galo cantar três vezes na madrugada. Dessa noite em diante ele tem vindo ficar comigo. Agora mesmo eu estava chorando porque não queria que ele fosse embora. É por isso que eu não tenho vontade de mais nada, a não ser ficar pensando nele’.

  Depois de algum tempo dessa revelação, passando por sua casa um velho monge, a mãe contara os tormentos da filha e de todos os familiares. Era comum naquele tempo desabafar com alguém da Igreja e se sentir aliviado. Na verdade, aquele homem era um padre que revelou: 'o padre José de Anchieta, antes de morrer, teve uma visão que dizia ser tarefa da Ordem dos Jesuítas expulsar o monstro que se abrigava na Toca da Sununga. É por isso que aqui cheguei. Vim nos passos de Anchieta'.
      
  Chegando ao local, o monge, acompanhado dos fiéis católicos do lugar, ergueu os braços num largo sinal da cruz, murmurou sua prece e aspergiu sobre o local a água benta que trazia. Naquele instante, tal como um trovão violento, a água do mar invadiu a toca e abriu um caminho por onde o monstro se foi, num turbilhão de espuma, mar afora.  Desse modo, graças à fé desse religioso, os caiçaras se viram livre daquela maldição”
  

27 de mar. de 2015

26 de mar. de 2015

Paraty: cidade charmosíssima!




  Praias, centro histórico em estilo colonial e várias igrejas construídas na época do Brasil Império sob forte influência do catolicismo português: Esta é Paraty, cidade do litoral sul fluminense que visitei e que achei o máximo! Quem sabe eu ainda volto lá, para participar da Festa literária com um livro de minha autoria? Sonhar não custa nada...

* O Eldoradense



24 de mar. de 2015

Uma semana sem navegar na internet para navegar no mar de Ubatuba...


  Amigos leitores, as publicações da última semana foram todas automáticas, pois eu estava no litoral norte de São Paulo, mais precisamente em Ubatuba. Lugar lindo, com várias praias e algumas cachoeiras deslumbrantes. Passei também por Paraty (RJ), cidade que possui um aspecto colonial marcante em sua arquitetura e nas ruas calçadas de pedras no seu centro histórico . Na foto acima, eu e a Srª Eldoradense estávamos no "Barquário", uma embarcação com fundo de vidro que facilitava a visualização do fundo do oceano e da fauna marítima. Logicamente eu estava no leme, pois a direção deve pertencer sempre ao "comandante". Já em casa, a coisa não funciona bem assim...

* O Eldoradense



23 de mar. de 2015

Piada de segunda: "Fio de cabelo"


"Fio de cabelo"

  
  O homem chega de viagem, e a mulher desconfiada já chega abordando:

   "O que significa este fio de cabelo loiro no teu paletó!?"

    Ele, num lampejo de brilhante improviso, responde:

   "Significa que você não manda lavar meu terno desde a época que oxigenava os cabelos!"

DJI Avata 2: "Caminho dos devotos"

  E na última quinta-feira fiz um voo no "Caminho dos devotos", um santuário localizado na Rodovia Assis Chateaubriand, no municíp...